quarta-feira, 17 de abril de 2013

Prefeito de Luiziana recebe professores


Uma comissão de professores da Escola Municipal Rita de Cássia, acompanhada da APP/Sindicato da Região de Campo Mourão, representada pelo professor Valdair da Silva, esteve visitando o prefeito de Luiziana, Mauro Slongo nesta terça-feira (16). Durante a visita, no gabinete do prefeito, foram abordados diversos temas referentes ao enquadramento de professores da Rede Municipal de Ensino.
Em pauta também pedidos de melhorias na estrutura física da Escola Municipal Rita de Cássia. O grupo comentou ainda com o prefeito sobre os motivos da paralisação em defesa da educação,  que será realizada no dia 24 de abril.
Reportagem do Jornal Tribuna do Interior 
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Uma ‘chuva’ de raios em Campo Mourão


O município de Campo Mourão foi atingido por mais de 3 mil raios, de janeiro até o início dessa semana. Para se ter uma ideia, é uma quantidade muito superior ao número de descargas elétricas registradas em todo o ano de 2011, que encerrou com 2.430 ocorrências. O balanço foi feito pelo Simepar, através da Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas (RINDAT). Os raios são provocados pela presença de grandes concentrações de cargas elétricas existentes em diferentes partes das nuvens de tempestade. “Quando essas concentrações de cargas elétricas são muito fortes elas permitem a formação de descargas elétricas que vão buscar a conexão com a superfície da Terra, normalmente em árvores, torres altas, picos de montanhas, formando então os raios que conhecemos”, explica o meteorologista Marco Antonio Rodrigues Jusevicius, que trabalho especificamente com descargas atmosféricas desde 2005.
Nelson Cerqueira
Este ano, CM foi atingido por mais de 3 mil raios
Já na região, o município de Luiziana, que possui área territorial maior que Campo Mourão (confira os dados na tabela abaixo), computou números ainda mais elevados: foram 4.030 nesse ano, contra 2.963, em 2010, e 3.092, registrados em 2012. As principais conseqüências dos raios são danos em sistemas elétricos, em árvores e edificações não protegidas por pára-raios. “Temos também acidentes com pessoas e animais em áreas desprotegidas (como campos abertos, praias, clubes) onde os seres vivos estão expostos diretamente ao fenômeno, podendo ser diretamente atingidos por um raio ou então ser atingido indiretamente por seus efeitos. Nesses casos os efeitos podem ser de pequena monta, desde desmaios ou perda momentânea de memória, como casos mais graves que são problemas neurológicos mais sérios, perda parcial ou total de movimentos e mesmo o óbito”, diz Rodrigues.
O agricultor da comunidade rural Alto Alegre, Mauro Damásio, 53 anos, conta que o local parece ser perseguido pelo fenômeno. Até a casa em que ele mora já foi alvo de uma descarga elétrica, que teve como conseqüência a morte de um pedreiro, há pelo menos 20 anos. “Como nasci em Alto Alegre, me lembro bem desse fato. O morador sempre reunia os amigos para jogar truco aos domingos à tarde, e nesse dia chovia muito, inclusive caia muitos raios. Ele então foi até a televisão para tirar o cabo da tomada, quando recebeu um choque. Seus amigos ainda tentaram reanimá-lo, mas ele morreu ali mesmo”, conta Damásio.
Moradores dessa comunidade também já perderam várias cabeças de gado em dias de chuva, por conta dos raios. “Dá medo de morar aqui. Quando começa a chover muito, a gente evita tocar em objetos como talheres, fazer uso de celular e assistir televisão. Se estou na roça fico em cima do trator, pois dizem que os pneus de borracha protegem. Embaixo de árvore eu nunca entro”, comenta ele. Além disso, os moradores colecionam prejuízos com aparelhos eletrônicos em dias de tempestade: “Se deixar aparelhos na tomada, como televisão, rádio, computador, e outros aparelhos, queima mesmo. Portão eletrônico nem compensa colocar por aqui. Os moradores nem vão procurar mais a Copel para cobrar ressarcimento.”
Clodoaldo Bonete/Tribuna do Interior
Em situações de tempestade, é importante sempre buscar abrigo seguro 
Para ele, uma das possíveis causas são os para-raios que teriam sido abalados ou removidos por máquinas agrícolas nos últimos anos. “A Copel informou que esse pode ser o motivo. Nos últimos dois anos foram colocados mais para-raios e o problema parece ter sido amenizado”, completa. Mesmo assim ele não acredita na tese de que raio não cai duas vezes no mesmo lugar: “Por aqui é bem possível que cai”, brinca.
Mesmo diante desse quadro, o meteorologista explica que não dá para afirmar, ou mesmo especular que a atividade de raios está aumentando na área com base apenas nesses números e período. “Para fazer essa afirmação de maneira séria e científica, há que estudar mais e verificar outras informações que possam embasar essa hipótese.”
O que justifica o aumento de raios
- Modernização e melhorias no sistema de detecção de raios no Paraná: O Simepar está investindo na aquisição de novas antenas e modernizando o sistema, o que leva a uma maior sensibilidade do sistema nesta área. Há também investimento da Eletrobras FURNAS em melhoria do sistema de antenas. fazendo com que a área ficasse muito melhor coberta (processo ocorrido no decorrer dos últimos 3 anos).
- Esse verão tivemos maior atividade de tempestades elétricas nessa região e, no Paraná como um todo. Foi a maior incidência acumulada nos três primeiros meses do ano deste período (2010-2013).
- Nesta época temos também uma parte significativa das descargas atmosféricas que incidem na área durante o ano todo. A quantidade costuma cair drasticamente no mês de abril, voltando a aumentar de maneira objetiva nos meses de outubro e novembro.
Como as pessoas devem se precaver
Para as pessoas: sempre buscar abrigo seguro em situações de tempestade. Ao primeiro sinal de tempestades com raios, elas devem abandonar imediatamente áreas desprotegidas como parques, praias, piscinas, quiosques abertos, campos de prática de esportes a céu aberto, áreas de plantação e outras assemelhadas. Isso vale se também estiver dirigindo motocicletas, bicicletas, tratores e outros veículos sem capotas. Buscar abrigo relativo ao ambiente externo em casas de alvenaria ou então no interior de veículos com capota e com as janelas fechadas. Nunca buscar abrigo embaixo de árvores. Não utilizar telefones com fio durante as tempestades e ficar afastado da parte hidráulica e elétrica da casa. Telefones celulares (desconectados de seu carregador na tomada) e telefones sem-fio fora das bases podem ser utilizados. Existe uma regra simples que é ensinada nas escolas americanas para saber os momentos adequados de abandono de áreas e de retorno seguro para as atividades suspensas. Ela é conhecida como regra 30-30, que é: Se você visualizar um raio e, em menos de 30 SEGUNDOS ouvir o trovão, abandone imediatamente a sua atividade em área desprotegida e busque um local seguro. Somente após 30 MINUTOS após ouvir o último trovão, a situação está novamente tranquila e é possível retornar para a atividade que foi suspensa. No caso de edificações: instalar equipamentos de proteção contra descargas atmosféricas (para-raios). Equipamentos elétricos ou eletrônicos: instalar protetores contra surtos nestes equipamentos ou então desligá-los da tomada em caso de tempestade com raios.
Reportagens do Jornal Tribuna do Interior Campo Mourão ( todo mérito)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

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domingo, 7 de abril de 2013

Agência do Trabalhador empregou 350 pessoas


O primeiro trimestre de 2013 foi bastante movimentado na Agência do Trabalhador de Campo Mourão e praticamente metade das vagas ofertadas pelo órgão foi ocupada por pessoas que estavam na fila do desemprego. Nesse período, a agência captou 830 vagas de trabalho e desse total, 351 foram ocupadas por pessoas que recorreram ao local na busca por um trabalho. Para o gerente da unidade em Campo Mourão, Eliseu Chimiloski Pontes, o número de empregados só não foi maior pela falta de qualificação profissional.
Clodoaldo Bonete/Tribuna do Interior
Eliseu disse que número de empregados só não foi maior pela falta de
qualificação
Segundo ele, as vagas estão disponíveis, mas as pessoas não atendem aos requisitos dos empregadores. “Para se ter uma ideia, nesses primeiros três meses do ano, temos ofertado, em média 300 vagas diárias, mas por falta de qualificação, as pessoas acabam não sendo chamadas”, disse Eliseu. Mesmo assim, o gerente do órgão municipal entende que o balanço desse início de ano foi positivo. “No mesmo período do ano passado o índice foi bem abaixo do esperado, ou seja, as demissões superaram as admissões”, afirmou.
Após atender mais de 3 mil pessoas em janeiro (3.127) e sofrer redução em fevereiro, caindo para 2.791, o movimento voltou a aumentar na Agência do Trabalhador em março: 2.850. Os encaminhamentos caminharam nesse mesmo ritmo no período, com 1.195 em janeiro, 853 em fevereiro e 1.123 no mês passado. “Com a ajuda da classe empresarial de Campo Mourão, aliado ao nosso esforço e o empenho da Secretaria do Trabalho do Estado e município de Campo Mourão, esperamos alcançar resultados mais positivos durante o ano.”
Carro novo
Entre os investimentos da Secretaria Estadual do Trabalho, Chimiloski cita o repasse de um veículo zero quilômetro para Campo Mourão no início dessa semana. “Recebemos um Fiat Uno, modelo novo, zero quilometro para que possamos estar visitando os empresários em busca de mais vagas de emprego. É uma forma de atender melhor as pessoas e as empresas também”, relata Eliseu.
A Agência do Trabalhador de Campo Mourão desenvolve outras atividades também, como atualização de cadastro, encaminhamento para seguro desemprego, além de outros serviços. “Apenas para entrada no seguro desemprego atendemos em torno de 500 pessoas mensalmente.” Chimiloski revela que a maioria das pessoas são encaminhadas para empregos ligados à linha de produção, como fábricas de Jeans, Tyson Foods (antiga Frangobras) e também na área do comércio.  
CREDITOS DA REPORTAGEM JORNAL TRIBUNA  CAMPO MOURÃO
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